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13/08/2026 às 11:00, Atualizado em 13/08/2026 às 10:52

Entenda como funciona a classificação de risco na UPA de Sidrolândia

Atendimento é definido pela gravidade de cada paciente, e não pela ordem de chegada; sistema utiliza cinco cores para indicar os níveis de prioridade

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Comunicação da Prefeitura de Sidrolândia

Quem procura atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sidrolândia passa, inicialmente, pelo acolhimento e pela classificação de risco. É nesse momento que são avaliados os sinais e sintomas apresentados pelo paciente para definir a prioridade do atendimento médico.

Por isso, o atendimento na UPA não ocorre necessariamente pela ordem de chegada. Uma pessoa que chegou depois pode ser atendida primeiro caso apresente uma condição mais grave e que exija uma resposta mais rápida.

A classificação segue o Protocolo de Manchester, metodologia utilizada em serviços de urgência e emergência para identificar a prioridade clínica de cada caso. A avaliação considera a queixa principal, sinais, sintomas e outros critérios clínicos.

A classificação de risco não estabelece um diagnóstico. Sua função é identificar o nível de urgência e indicar quais pacientes precisam de atendimento prioritário.

O que significa cada cor?

O Protocolo de Manchester utiliza cinco categorias de prioridade:

- Vermelho: Emergência (atendimento imediato).

- Laranja: Muito urgente (tempo-alvo de até 10 minutos).

- Amarelo: Urgente (tempo-alvo de até 60 minutos).

- Verde: Pouco urgente (tempo-alvo de até 120 minutos).

- Azul: Não urgente (tempo-alvo de até 240 minutos).

Os tempos indicados são referências da metodologia. A dinâmica do atendimento pode sofrer alterações diante de intercorrências, chegada de pacientes em condições mais graves ou mudanças no quadro clínico de quem já está aguardando.

E se os sintomas piorarem durante a espera?

Caso apareçam novos sintomas ou ocorra piora do quadro após a classificação inicial, a equipe da UPA deve ser comunicada imediatamente para que a situação seja novamente avaliada.

Ao chegar à unidade, também é importante informar corretamente os sintomas apresentados durante o acolhimento. Essas informações auxiliam o profissional responsável pela classificação de risco a definir a prioridade do atendimento.